quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

São em horas vagas e dias insignificantes que eu para para pensar na vida. No que eu já passei e no que ainda, possivelmente, terei pela frente. Eu lembro  nos momentos felizes que jamais irei esquecer e dos momentos em que ainda luto para conseguir esquecer. Penso no ontem, no hoje e no amanha. O coração aperta, a tristeza parece invadir a alma, dá vontade de chorar, de sair a gritar por aí, para ver se alguém me ajuda a aliviar esta dor que parece me sufocar. Quem nunca se sentiu assim num dia qualquer?
Quando isso acontece a impressão  que dou é que falta alguma coisa, e no meu caso eu sei o que me falta é ter  ele aqui!

2 comentários:

Isabely Rodrigues disse...

Amei o texto *-*
http://fasesdegarota.blogspot.com.br

Diana Estima disse...

Muito obrigada linda esses comentários são muito importantes para mim :D
Segui o teu blog, segues o meu de volta?

Tradução#

Eu :3

Eu :3
Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto. Faço férias das sensações. Compreendo bem as bordadoras por mágoa e as que fazem meia porque há vida [...] Estas confissões de sentir são paciências minhas. - Fernando Pessoa

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